Descubra o risco do fantasma chamado “Charge Back”, que assombra as lojas virtuais, entenda como ele surge, como ele é e como evitá-lo.
Numa operação de E-commerce, onde a compra é realizada por meio da Internet, e naturalmente à distância, de forma não presencial, o Charge Back é quando ocorre uma transação online com cartão de crédito, e posteriormente não é reconhecida pelo dono do cartão, solicitando o estorno, caracterizando normalmente FRAUDE.
O que é mais comum acontecer é que o fraudador efetue uma compra pela Internet, com dados pessoais e número de cartão de crédito que não são seus, se passando por outra pessoa.
Uma vez que o dono do cartão solicita o estorno da transação, a operadora de cartão de crédito, por sua vez, não entra no mérito da questão, se é uma FRAUDE ou não, simplesmente estorna a operação em favor ao dono do cartão de crédito.
E se a loja virtual já entregou o produto, como fica ? Sem pagamento ?
Bem é aí que entra a gestão e análise de risco, onde cada operação de compra pela internet utilizando cartão de crédito, deve passar por uma análise prévia, a fim de identificar se quem está realizando a compra é realmente o próprio dono do cartão, e não outra pessoa realizando uma compra em seu lugar, com dados que não são seus.
Para lojas virtuais pequenas, o melhor caminho é contratar um intermediador de pagamento que já assume todo o risco, ficando por conta dele o gerenciamento e análise de risco.
Em lojas virtuais maiores, a gestão e análise de risco ficam por conta da própria loja, e existem empresas especializadas em análise de risco, fornecendo informações e indicadores para que o lojista tenha acesso ao risco eminente em cada operação de compra, e auxilie na tomada de decisão, de liberar a venda ou não.
Em um evento que participei sobre e-commerce, um especialista em análise de risco, falou uma frase que me marcou sobre esse assunto:
“O Risco existe não para ser evitado, e sim para ser administrado. A empresa que opera sem risco algum, com certeza está perdendo oportunidades no mercado.”


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